Clientes

Clientes que estão sempre prontos para fazer a diferença

Confira nossa lista de clientes satisfeitos e prosperando seus negócios juntos conosco.

  • Movile: como atrair e reter talentos diversos

    Reter e atrair talentos diversos. Esse é um dos grandes desafios de empresas de alto crescimento  Em um mercado competitivo, como fazer com que as pessoas sonhem o mesmo sonho para crescer a empresa e impactar o país? 

    A Movile também se deparou com esse desafio em sua jornada de escala. 

    A solução veio em 2015 com a criação do Mobile Dream, um programa com o objetivo de encontrar e recrutar as futuras lideranças diversas. 

    Desde o começo, o programa vem sendo um grande exemplo para todo o ecossistema. Só na última turma, em 2020, foram 25 mil inscritos e 182 contratações, das quais 81% representam pelo menos um perfil de grupo minorizado da sociedade.

    Como prática de giveback, a Movile construiu o case A Cultura da Movile e o Case Mobile Dream: Como atrair e reter talentos diversos de alto desempenho para que outras scale-ups possam se inspirar e construir times ainda mais diversos. O material conta com um vídeo-case e um eBook que explica a metodologia e construção do programa ao longo dos anos. Baixe o case aqui

    Nossos valores são fundamentais e, entre eles, Gente é o principal. Como empresas cada vez maiores, precisamos estar conectados com as necessidades da sociedade, o que envolve abrir espaço para pessoas que historicamente não o tiveram. Precisamos de novas pessoas excelentes entrando no ecossistema, que estejam alinhadas com nossos valores e com o sonho que queremos construir.

    Fabrício Bloisi, Empreendedor Endeavor, co-fundador e presidente do conselho da Movile e CEO do iFood

    Mais artigos sobre:

  • Posicionamento Endeavor: PL 2337/21

    A Endeavor defende que sistemas tributários devem ser simples, transparentes e progressivos para viabilizar o crescimento das empresas e da economia, impulsionar o desenvolvimento do país e promover o bem-estar da população. Para contribuir para a construção de um sistema tributário fundado nesses princípios, atuamos pela reforma tributária desde 2018 e, desde 2020, lideramos o Movimento Pra Ser Justo.

    Acreditamos que as bases tributárias de trabalho, renda, patrimônio e consumo precisam ser reformadas para se tornarem mais justas e eficientes. No entanto, enquanto a reforma da tributação do consumo tem sido amplamente estudada e debatida pelos especialistas e parlamentares nos últimos 2 anos, através das PECs 45, 110, PL 3887 (CBS) e do relatório da Comissão Mista, a base renda carece de amadurecimento e discussões mais profundas. Nesse cenário, o governo apresentou o PL 2337/21, que promove alterações profundas na legislação do imposto de renda e na contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL).

    Na proposta, a instituição da tributação de dividendos é meritória, à medida que alinha o país ao resto do mundo e funciona como importante instrumento para redução de desigualdades. Ainda assim, especialistas em tributação e desigualdade têm criticado o texto, que não corrige de forma suficiente as questões de progressividade da base renda e ainda afeta negativamente as políticas públicas de estados e municípios. O texto também contraria os princípios de simplicidade e transparência defendidos pela Endeavor, ao propor a alteração de dezenas de regulamentações sobre o imposto de renda, sem que haja o debate apropriado sobre os impactos dessas mudanças e o tempo necessário para que a sua redação seja aprimorada, minimizando a judicialização e a insegurança jurídica. Segundo dados do Insper, o contencioso do imposto de renda (jurídico e pessoa física) foi o equivalente a 64% da arrecadação da União em 2019 e 813% da sua própria arrecadação. Nesse sentido, a aprovação de medidas sem ampla discussão pode aumentar a complexidade, agravando o nível de contencioso em relação ao PIB, que já está na ordem de 75%.

    Por isso, defendemos como primeiro passo essencial a criação de uma Comissão Especial para o amadurecimento do debate e ampla participação da sociedade civil, de setores econômicos e de especialistas antes da votação do texto em plenário. Como Pra Ser Justo, escrevemos sobre o tema para o Estadão. No entanto, no dia 04 de agosto ocorreu a aprovação do regime de urgência para a tramitação do PL 2337/21, que vai diretamente de encontro a esse pleito, limitando o tempo e os fóruns e as possibilidades de debate e aprimoramento do projeto.

    Para além da necessidade de um maior tempo para o amadurecimento do projeto, destacamos também que o PL 2337/21 tem sido alvo de inúmeras críticas e resistências dos setores produtivos e do ecossistema de startups por alterar regras que podem resultar em maior carga tributária e/ou insegurança jurídica, em especial para os investimentos de venture capital. O venture capital é uma das principais alavancas de crescimento das scale-ups, que se tornam referência mundial em inovação e geram milhares de empregos, contribuindo para o desenvolvimento econômico do Brasil. Por isso, impactos nessa indústria podem gerar impactos macroeconômicos e sociais importantes para o país.

    Embora o relatório substitutivo tenha removido os pontos que mais afetavam os investimentos em venture capital, presentes no texto original, permanecem alguns pontos de atenção. O primeiro deles são as restrições a reestruturações do capital social, discriminando tanto o investidor minoritário quanto o investidor estrangeiro do controlador brasileiro, o que torna o modelo de captação de recursos por startups – em que esses tipos societários são recorrentes – menos vantajoso em relação a outros tipos de investimento. Também afetam os negócios inovadores o fim da dedutibilidade de stock options e participação de resultados, utilizados em larga escala para atração de talentos por essas empresas, que por estarem em fase de crescimento e consolidação, são menos competitivas em relação aos salários oferecidos. O PL 2337/21 ainda prolonga o período mínimo para amortização de ativos intangíveis, prevalentes em startups para 10 anos, o que impediria as empresas de amortizarem esse tipo de ativo em prazo menor e condizente com a sua vida útil. A Endeavor juntou-se à Abstartups, Abfintechs, Anjos do Brasil e Dínamo,  para apresentar alternativas a esses pontos de atenção ao relator.

    Por fim, outro dispositivo que deve gerar grande insegurança e imprevisibilidade para as empresas é a redução da carga do imposto de renda pessoa jurídica estar condicionada à arrecadação do governo até outubro de 2022 e 2023. Não conhecer a alíquota tributária que será aplicada no ano seguinte dificulta o planejamento financeiro do negócio e reduz a predisposição a investimentos e geração de empregos, por exemplo. Para construção de um ambiente de negócios melhor, devemos zelar sobretudo pela transparência, a simplicidade e a segurança jurídica. 

    Ressaltamos o reconhecimento sobre a importância do projeto e do debate sobre mudanças na tributação da base de renda, mas também o entendimento que a criação de uma comissão especial seria o melhor fórum para debater a melhoria dos pontos de atenção listados, dentre muitos outros aspectos. Ninguém pode negar que seja urgente resolver a questão tributária no Brasil, mas esse debate precisa ser feito com qualidade, responsabilidade fiscal, ampliando a transparência, a progressividade e reduzindo o contencioso futuro.

  • Passei Direto: do seed ao exit

    Qual o papel da inovação: gerar resultados para a empresa no presente ou construir a empresa do futuro?

    Você já ouviu a expressão ‘empresa ambidestra’?

    A principal diferenciação dessas empresas é que são capazes de gerenciar o core business ao mesmo tempo em que cria novos negócios, produtos e serviços.

    Pode parecer desafiador – e é -, mas é possível equilibrar o desenvolvimento de diferentes horizontes da inovação, desde as transformações mais disruptivas, até as melhoras incrementais no core business. 

    Recapitulando os horizontes da inovação:

    Inovação incremental

    No horizonte 1 (H1), acontece o reforço do core business. 

    As iniciativas buscam eficiência operacional e diminuem a fricção na jornada do cliente. 

    Inovação adjacente

    No horizonte 2 (H2), é preciso explorar oportunidades nas adjacências, buscando novos nichos do mercado e novos canais de distribuição.

    Inovação transformacional

    No horizonte 3 (H3), o foco está em criar novos negócios.

    Empresa ambidestra é aquela que consegue equilibrar a excelência operacional enquanto explora novas hipóteses de mercado. Está sempre melhorando processos e jornadas ao mesmo tempo em que olha para novos negócios, produtos e serviços para revolucionar o core business. 

    Quando olhamos, por exemplo, para a timeline de aquisições da Amazon, uma das maiores referências em inovação do mundo, observamos movimentações que parecem óbvias para o desenvolvimento do core business da empresa, mas outras nos surpreendem. Por que a maior aquisição da história feita por uma empresa de tecnologia é uma rede de supermercados focada em produtos naturais e orgânicos? Como eles integraram à sua operação a tecnologia da Ring, fabricante de campainhas smart adquirida em 2018?

    Eu sei que a Amazon é uma empresa fora da curva e muitas empresas estão em outro momento da sua jornada de inovação, a realidade é outra. E a pergunta certa na verdade é: como chegar lá?

    Muitas empresas procuram a Endeavor para aprimorar sua estratégia de inovação desenvolvendo processos do core business (H1 e H2), mas ainda não conseguem olhar para o horizonte 3. 

    Em uma pesquisa realizada pela Endeavor com grandes empresas brasileiras com diferentes níveis de maturidade em inovação, as respostas retratam bem esse cenário:

    image

    Ou seja:

    As empresas querem explorar oportunidades adjacentes aos negócios existentes e continuar disseminando a cultura de inovação.

    As empresas alocam a maior parte dos recursos (financeiros, humanos e tecnológicos) no horizonte 1. 

    Não parece ser  prioridade das empresas criar novas opções de lucro, explorando market-fit para novos produtos ou serviços. 

    O cenário ainda não é tão equilibrado quanto a maioria das empresas gostaria, mas já existem oportunidades para que isso aconteça: inovação aberta pode ser um desses caminhos. 

    Trabalhar em parceria com outras scale-ups que já possuem soluções comprovadas para diversos desafios, principalmente relacionados aos horizontes 1 e 2, é uma maneira de conseguir resultados rápidos e, consequentemente, recursos para explorar novas hipóteses de mercado e a inovação transformacional na sua empresa.

    Como ser uma empresa ambidestra? 

    As iniciativas de inovação de uma empresa ambidestra consideram a estratégia e os limites do negócio – entendemos como limites os principais focos de atuação, setores ou objetivos.

    empresas ambidestras

    A figura acima prova que inovação é uma jornada, e que, mais do que isso, deve estar alinhada às estratégia geral e aos limites (setores de atuação, objetivos de crescimento, etc.) da empresa. Mas, antes de qualquer coisa, o desenvolvimento dessa jornada passa também por uma evolução de mindset e cultura voltada para a inovação. Você precisa garantir que a empresa toda seja uma aliada nesse processo.

    No meu último artigo, falei sobre a importância do papel do CEO e da alta liderança na transformação digital de uma empresa. Uma área ou um head de inovação, por si só, dificilmente vai conseguir gerar esse movimento, e precisa de apoio para implementar projetos e processos de inovação. 

    Compartilhar metas, encontrar pontos de contato chave e preparar suas áreas de negócio e viabilizadoras para fazer conexões com startups e scale-ups é o primeiro passo para o sucesso da inovação – a partir daí, o desenvolvimento e evolução de iniciativas que vão de fato mudar o ponteiro da sua operação, torna-se muito mais fluido.

    Aqui na Endeavor desenhamos uma plataforma de inovação aberta que gera valor nos três horizontes de uma grande empresa: desde o mindset de inovação até a transformação digital:

    empresas ambidestras

    E claro, além desses benefícios para a empresa, criamos conexões que são benéficas para as scale-ups, já que, mais e melhores negócios com scale-ups geram impacto positivo no ecossistema e no Brasil. 

    E aí, você considera sua empresa ambidestra? 

  • Rede Oeste Supermercados

    Seguimento: Supermercadista
    Lojas: 19 lojas
    Estado: Rio Grande do Norte
  • Rede Fácil Construir

    Seguimento: Material de Construção
    Lojas: 14 lojas
    Estado: Rio Grande do Norte
  • Rede Gente Econômica de Supermercados

    Seguimento: Supermercadista
    Lojas: 15 lojas
    Estado: Paraíba

  • Rede Paraíba  de Supermercados

    Seguimento: Supermercadista
    Lojas: 17 lojas
    Estado: Paraíba
    Serviços: Consultoria e Marketing

  • Rede Unilojas de Supermercados

    Seguimento: Supermercadista
    Lojas: 19 lojas
    Estado: Paraíba

  • Rede Unicompre Supermercados

    Seguimento: Supermercadista
    Lojas: 17 lojas
    Estado: Rio Grande do Norte

  • Economize

    Rede Economize
    Seguimento: Móveis e Eletros
    Lojas: 40
    Estado:Rio Grande do Norte