Conheça a história da Gupy, a primeira HRTech apoiada ativamente pela Endeavor

Junto com a união, a cultura faz a força. Depois de se unirem de uma forma que até parece ficção, Bruna, Guilherme, Mariana e Robson criaram a scale-up que está transformando a empregabilidade do Brasil ao ajudar as empresas a contratarem de forma mais ágil, justa e encantadora. Conheça a história da Gupy, a primeira HRTech apoiada ativamente pela Endeavor.

Segundo Jim Collins, o que sustenta uma empresa feita para durar não é a grande ideia ou estratégia para maximizar os lucros, é a cultura. É através dela que a empresa desenvolve a capacidade de acompanhar o progresso e mudar, mas sempre preservando seu propósito e valores essenciais.

A história de Bruna, Guilherme, Mariana e Robson é o exemplo real dessa teoria. 

Em uma jornada de cinco anos, o que sustentou o sonho de criar um mundo com mais gente realizada com seus trabalhos, foram os oito princípios, criados e definidos em conjunto:

  • Transparência e integridade
  • Juntos somos mais fortes
  • Brilhar os olhos
  • Ser referência
  • Senso de urgência
  • Fazer mais com menos
  • Gente nervosa e não nervosinha
  • Garra para dar certo

E são esses mesmos valores que contam essa história. Uma história de duas especialistas em gestão de pessoas. Um consultor de negócios quase engenheiro químico. Um especialista em tecnologia.

Na verdade, uma história sobre o inesperado. Sobre união. Sobre amizade e complementaridade. Sobre o poder da cultura. 

Transparência e integridade

Somos verdadeiros e éticos. Não pegamos atalhos.

Mariana e Guilherme são irmãos. Quando crianças, brincavam que teriam uma empresa juntos. Porém, conforme foram crescendo, a criação da empresa ficou no sonho infantil. 

A gente vendia umas coisas feitas com massinha na porta da nossa casa. Eu fazia os desenhos e a Mari ia falar com os vizinhos. Eu era a produção e ela o comercial. Sempre fomos muito complementares e tivemos sinergia desde sempre, o que dura até hoje.” — Guilherme Dias, CMO e co-fundador

Guilherme foi cursar Engenharia Química, queria entender o porquê das coisas. Mas acabou se encontrando na Empresa Júnior como Diretor de Recursos Humanos. Decidiu, ali, que queria trabalhar com negócios. 

De lá, se tornou consultor de estratégia de negócios na EloGroup. Cresceu tanto que foi convidado para ser sócio – um dos sócios mais jovens que já passou pela Consultoria. 

Mariana foi para a faculdade de Administração com o sonho de trilhar carreira corporativa. Na faculdade ela criou uma área de Responsabilidade Social na Empresa Júnior e ao se formar entrou no programa de trainee da Ambev, onde iniciou sua carreira na área de Gente e Gestão. 

Bruna também passou pela faculdade de Administração e foi presidente na Empresa Júnior. Quando se formou, teve rápidas experiências como gestora de equipe, qualidade e operações. Mas onde ela se encontrou de verdade foi trabalhando com Gente e Gestão na Ambev. 

Dos quatro sócios, apenas Robson sempre quis empreender. Tanto que ele foi atrás de uma carreira como desenvolvedor de softwares que desse base para que um dia ele pudesse criar uma startup, depois de uma tentativa frustrada quando ainda tinha 18 anos. Passou pela Gas Tecnologia, Quatrix e, por fim, Hotel Urbano, até criar a bagagem para começar uma startup que usava Inteligência Artificial para ajudar e-commerces. 

Brilhar os olhos

Nos dedicamos para superar todas as expectativas. 

“Quando olhamos para nossas histórias individuais, percebemos que, desde sempre, gostamos de fazer projetos. Ainda bem que a gente se encontrou para construir a Gupy.” 

Bruna Guimarães, COO e co-fundadora

O encontro de almas foi gradual. 

Em 2011, Mariana entrou na Ambev como trainee. Nos primeiros dias, ela foi para o Rio de Janeiro para um treinamento de vendas, e a primeira pessoa que a treinou foi a Bruna. 

A Bruna era bem nova e já era Gerente na Ambev. Pensei na hora: ‘nossa! Que mulher empoderada!’. Ela tinha uns broches dos bônus que batia. Achei espetacular. Ela foi uma das pessoas que mais me impactou no começo da minha carreira.”  — Mariana Dias

No final do trainee, era preciso escolher uma área para trabalhar dentro da organização. Mariana queria ir para o comercial. Mas, sugeriram que ela fosse para Gente e Gestão. 

Quando sugeriram que eu fosse para Gente e Gestão, eu achei surreal. Não tinha nada a ver comigo. Mas, me disseram que era uma área cheia de problemas para resolver, e isso me brilhou os olhos. Eu fui. E me apaixonei.”  — Mariana Dias

De 2011 a 2014, ela mergulhou em infinitos projetos, passou de Analista de Pessoas para Gerente de Gente e Gestão da América Latina. Morou em Curitiba, Porto Alegre e, por fim, em São Paulo. 

Em 2014, participou de um projeto que usava estatística avançada para tentar entender o que fazia sentido na hora de contratar. Como descoberta, foram mapeados pontos em comum de colaboradores que, como Recrutamento e Seleção, o time nunca havia considerado. 

Mariana logo pensou: 

— “E se a gente usasse inteligência artificial para descobrir de forma mais rápida os insights de Recrutamento e Seleção?

Essa ideia passou a morar em sua cabeça. 

Enquanto isso Bruna, como Gerente de Recrutamento e Seleção Nacional, em Campinas, estava implementando uma ferramenta de contratação que todas as gerências precisavam usar. 

Eu e Mari passamos a trabalhar em vários projetos juntas. Principalmente porque a ferramenta era muito ruim e ela ficava reclamando na minha cabeça 24 horas por dia.”  — Bruna Guimarães

Senso de urgência

Conseguimos nos adaptar de forma rápida quando mudanças são necessárias.

Por acaso. Por destino. Por curiosidade. Ou por uma junção de todos esses fatores, Mariana e Bruna foram realizar um treinamento em Salvador nessa época. 

No avião, Mariana leu uma frase em um livro que mudaria o caminho dos quatro fundadores da Gupy: onde há problema, há oportunidade. 

Parecia óbvio: 

— “Precisávamos usar mais dados para melhorar a experiência de Recrutamento e Seleção. É possível encontrar correlações estatísticas para melhorar a assertividade das escolhas dos candidatos. A Bruna não estava conseguindo fazer a implementação de uma ferramenta difícil. E se tivesse uma ferramenta fácil, super intuitiva, e que desse as informações que os recrutadores precisavam a partir de inteligência artificial?” 

Assim que o avião pousou em Salvador, ela chegou no hotel e ligou para sua família para avisar que iria sair da Ambev. 

“Eu atendi o telefone e achei que ela estava ficando louca com a decisão. Tão louca que eu decidi, meses depois, embarcar junto.”

Guilherme Dias

Na época, Mariana e Guilherme moravam juntos. A ideia animou tanto o irmão, consultor de negócios, que, no dia seguinte, comprou uma lousa para, juntos, rascunharem o modelo de negócio quando ela voltasse de Salvador.

Eu não sabia o que era canvas. O que era modelo de negócio. Escrevemos tanto que saiu uma ideia dali. O próximo passo era chamar a Bruna para a jornada.” — Mariana Dias

Fazer mais com menos

Com criatividade e esforço, somos capazes de fazer entregas acima do esperado.

A primeira pessoa que passou pela cabeça da Mariana para se juntar ao projeto foi a Bruna: ela era Gerente Nacional de Recrutamento e Seleção. Na Ambev, elas se complementavam e se davam bem trabalhando juntas, mesmo nos momentos difíceis.

Quando chamei a Bruna, ela tentou me convencer a não sair da Ambev. Mas, eu queria convencê-la a sair comigo. Dei um mês pra ela pensar e, nesse período, fiquei bombardeando ela com notícias e artigos, levei ela para eventos de empreendedorismo, não dei sossego.” — Mariana Dias

Em janeiro de 2015, Bruna resolveu sair da Ambev.

Me lembro que quando decidi realmente empreender, eu sabia que não seria fácil, fiz uma carta pra Mari, como se fosse um “contrato” e escrevi uma  frase que dizia: É preciso coragem pra ser diferente e competência para fazer a diferença! Bora construir isso juntas!” – Bruna Guimarães

Elas iriam largar uma carreira sólida, salário fixo, benefícios e estabilidade financeira. Era um risco. Mas um risco que valia a pena.

Eu pensei: se a Gupy não der certo, qual o risco? Eu vou voltar para o mercado de trabalho com uma experiência incrível. Se eu ficar na Ambev, e não der certo, qual o risco? Eu vou me arrepender para o resto da vida.” — Mariana Dias

Então, a Bruna veio morar em São Paulo e com a Mariana e o Guilherme, alugaram um apartamento juntos. Eles estavam convencidos a fazer o negócio dar certo e o primeiro passo foi conversar com empreendedores e empreendedoras de empresas de sucesso.

Sempre tivemos humildade intelectual de reconhecer que não sabemos muitas coisas. Então, nada melhor do que aprender com quem está na nossa frente.” — Mariana Dias

A principal dica que receberam no começo foi mudar o estilo de vida e economizar dinheiro. O plano foi criar uma reserva financeira como se fossem ficar dois anos sem ganhar um centavo. 

Vendemos os carros. Voltamos a andar de ônibus. Mudamos de apartamento e compramos móveis de segunda mão.” — Bruna Guimarães

Até 2016, Guilherme ajudava no desenvolvimento do negócio, mas ainda estava trabalhando na Consultoria. Então, decidiu mergulhar de cabeça quando eles sentiram que a Gupy estava pronta para ir para a rua. 

Eles começaram a frequentar feiras de recrutamento. Sem dinheiro, eles convenciam os organizadores que iriam ajudar os alunos a encontrar a melhor empresa para trabalhar e então, ganhavam um stand. 

Funcionava assim: um algoritmo que, baseado no perfil dos estudantes, indicava as empresas que estavam no evento e que combinavam com eles. Tudo isso feito manualmente e em folha sulfite. 

Nós ficamos conhecidos porque sempre mandávamos estudantes para stands das empresas nas feiras, indicando que deveriam trabalhar lá. A cada feira testávamos novas ideias, fazíamos mais contatos e éramos mais vistos pelas empresas. Assim podíamos mergulhar nas dores que queríamos resolver. Foi uma estratégia fundamental para a nossa história.” — Guilherme Dias

Tanto que o primeiro cliente veio dessa estratégia. A Kraft Heinz. 

O vice-presidente foi até o nosso stand e disse: tem três eventos que vocês ficam mandando alunos para o nosso stand, o que vocês fazem? Ali, descobrimos que a dor da Kraft Heinz era exatamente a que a gente queria resolver.” — Bruna Guimarães

Venderam o sonho: uma ferramenta que daria controle ao processo seletivo de toda a América Latina. Detalhe: a ferramenta deveria estar pronta em três meses. 

Ele gostou muito da nossa solução, mas, como seria para toda a América Latina, precisamos passar por um processo de suprimentos. Negociamos por três meses e vendemos o sonho até para o presidente com um power point, sem código e sem plataforma.” — Mariana Dias

Mas, ali, naquele momento, eram somente os três. E nenhum deles era desenvolvedor. 

No mesmo período em que participavam das feiras, decidiram testar alguns desenvolvedores para ver se algum teria fit cultural com eles. Até que, no exato momento em que a Heinz fechou o contrato, chegou a peça que faltava: Robson.

O Robson chegou como fornecedor. Ele tinha uma startup e precisava de dinheiro para investir na empresa. 

Nós quatro passávamos a madrugada desenvolvendo a plataforma na nossa casa. Depois de um mês, a gente sabia que era o Robson. O fit cultural, quando você encontra, é extraordinário.” — Mariana Dias

Não demorou muito para Robson perceber o mesmo que Mariana. 

Teve um dia que eu me dei conta que pensava mais na Gupy do que na minha própria empresa. Foi ali que tudo mudou e eu larguei minha empresa para me juntar a Mari, Bru e Gui.”— Robson Ventura, CTO e co-fundador 

E, naquele dia, aconteceu o Day1 da Gupy. A formação do quarteto fantástico.

gupy

Mariana, Robson, Bruna e Guilherme em 2016.

Garra para dar certo

Somos otimistas por natureza, temos resiliência e não desistimos.

Depois da Heinz, a Gupy passou a crescer rápido. 

O próximo passo para escalar com velocidade foi a experiência na Wayra, um programa de aceleração de startups da Telefônica que oferece investimento de R$ 200 mil. 

Mudou a nossa vida. Fizemos várias conexões, abriu nossa cabeça para uma infinidade de coisas. Entramos com 1 e saímos com 10 clientes. Nesse início foi fundamental nosso alto poder de execução com testes incansáveis até acharmos o product market fit. A inteligência artificial nesse primeiro ano era a Mari e eu ranqueando todos os candidatos manualmente dentro da plataforma pelas madrugadas” — Bruna Guimarães 

Entre 2017 e 2018, fizeram dobradinha na aceleração do Google Campus: passaram por duas rodadas. Entraram com oito pessoas no time, saíram com 30. 

Assim como na Wayranós aproveitamos tudo que o Google Campus poderia nos oferecer. Fizemos muitas mentorias. Muitas conexões. Sempre aproveitamos ao máximo todas as oportunidades. Além disso, as marcas Google Campus e Telefônica nos ajudava a ter credibilidade na hora de fechar negócio com novos clientes.” — Robson Ventura

Eis que surgiu outra oportunidade: o Eurofarma Synapsis, programa de aceleração para scale-ups, realizado em parceria com a Endeavor.

Quando passamos pela Wayra e Google Campus e vimos o quanto eles foram importantes, enxergamos no Eurofarma Synapsis mais do que uma oportunidade comercial, mas uma oportunidade de estarmos inseridos  no networking e nas mentorias da Endeavor. Todo mundo que eu conhecia que era Empreendedor Endeavor falava ‘vocês têm que estar nessa rede.” — Mariana Dias

Assim que finalizaram o Scale-up Endeavor em 2018, já começaram a sonhar em se tornarem Empreendedores e Empreendedoras Endeavor. 

Parecia possível, já que a Gupy havia crescido organicamente 500% em um ano, dobrado o número de colaboradores e já se posicionavam como a principal HRTech do Brasil. 

A nossa máquina de crescimento foi fazer um trabalho bem feito. Quando começamos, o mato era alto. Não tinha uma empresa de tecnologia referência em RH. Começamos a produzir conteúdo, criamos nosso Blog e começamos uma série de eventos para o setor. Nosso primeiro evento próprio foi no Google Campus em 2017 para 100 pessoas. Em 2019, foram quase 3 mil pessoas. Já em 2020, fizemos uma edição online para 25 mil. Educação foi e sempre vai ser uma das grandes fortalezas da Gupy.” — Guilherme Dias

Juntos somos mais fortes

Trabalhamos em time para resolver problemas.

Com o crescimento da scale-up, cresciam os sócios. 

Quatro pessoas sem background de negócios e empreendedorismo. Quatro pessoas completamente diferentes – e complementares. 

A gente não foi pra escola de empreendedorismo. Nós aprendemos juntos. Esse é o nosso poder mágico. No início tínhamos a preocupação de sobrepor responsabilidades, mas na prática, nossos skills complementares foram nossas fortalezas. Ajudamos muito uns aos outros desde o início.” — Robson Ventura

Os quatro aprenderam a unir suas principais forças para ajudar uns aos outros e crescer juntos. 

“Nós crescemos muito como líderes. Eu nunca tinha sido líder, eu era desenvolvedor. Minhas primeiras lideranças foram difíceis. Mas hoje, eu tenho mais de 60 pessoas no meu time e preciso me reinventar a cada novo passo que damos.”

Robson Ventura

Gente nervosa e não nervosinha

Resolvemos problemas, propomos melhorias e fazemos ou ajudamos na evolução.

De 2018 para 2020, a Gupy cresceu de forma acelerada. Tanto que, em 2020, um ano difícil e com um grande número de desemprego no país, a scale-up cresceu mais de 100% e quadruplicou o número de posições abertas na plataforma. 

Para apoiar o crescimento, os empreendedores e as empreendedoras contaram com quatro rodadas de investimento, que levantou um total de $10.3 milhões. Entre seus investidores, está o fundo Canary, dos Empreendedores Endeavor Florian e Mate.

Tudo isso comprova que a tese de Mariana em 2015 estava correta: a tecnologia é uma grande aliada para contratar certo. E contratar certo é fundamental para a saúde e crescimento dos negócios. 

Hoje, Mariana, Bruna, Robson e Guilherme, juntos de mais de 250 gupiers, já analisaram mais de 60 milhões de currículos cadastrados por meio da Gaia, a inteligência artificial da scale-up. Já são centenas de empresas impactadas, 10 países de atuação e milhões de candidatos já foram contratados de forma mais humana, rápida e precisa.

Assim, conseguem cumprir o propósito de tornar a relação entre empresas e candidatos mais ágil, justa e encantadora e, com isso, construir um mundo com mais gente realizada em seus trabalhos.

E esse propósito não é real só da porta para fora. É da porta para dentro também. Os empreendedores e as empreendedoras sabem que todas as pessoas são brilhantes. Elas só precisam estar no lugar certo. 

Por isso, se tornaram grandes exemplos para todo o ecossistema empreendedor quando o assunto é cultura. 

Nossa força motriz é cultura. Com certeza. O que vai dar orgulho pra gente? Fazer uma empresa gigante e com pessoas que amam trabalhar lá. Nosso propósito é gente realizada. Então, nos dedicamos para construir uma empresa com uma cultura forte.” — Mariana Dias

Eles e elas investem tempo e esforço para criar uma cultura todos os dias. O grande objetivo é que as pessoas sejam mais do que realizadas dentro da Gupy, mas que elas possam aprender, se desenvolver e, acima de tudo, ser quem elas realmente são.

Em 2018, tivemos uma palestra com a head de RH do Google que nos marcou muito. Ela disse que, até os 15 funcionários, quem construía a cultura eram os fundadores. Depois dos 15, são os colaboradores quem fazem. Então, naquele momento, criamos as bases da cultura para que os gupiers pudessem vivê-la e desenvolvê-la depois. Eu lembro que, nessa época, resolvi contar que eu era gay. Eu não tinha muita facilidade em falar do assunto. Mas, se a gente queria construir um ambiente em que as pessoas estivessem confortáveis na própria pele, eu precisava falar sobre isso. As pessoas precisavam entender que isso não era um tabu. E a resposta que tivemos foi surpreendente.” — Guilherme Dias

Além disso, diversidade também é um pilar em que eles e elas se preocupam genuinamente. A scale-up possui 50% de mulheres em todos os níveis e 40% no quadro societário. 

Dessa forma, o que a Gupy faz internamente é uma das suas maiores vantagens competitivas. Desde 2018, são premiados entre os melhores no Great Place to Work, têm mais de 95% de satisfação interna e uma das melhores notas do Glassdoor. O turnover é baixíssimo, mesmo na área de engenharia que fechou o ano com menos de 5%.

A nossa missão é alavancar a empregabilidade do país. Com diversidade, contratações certas e tecnologia, a gente garante que as empresas contratem as melhores pessoas para trabalhar. Isso sem contar que nossa plataforma não identifica gênero, raça, identidade. Então, a contratação é realmente justa.” — Mariana Dias

Ser referência

Buscamos mentores e benchmarkings para sermos A referência em nossas áreas.

O que antes era um sonho, agora é realidade. Bruna, Guilherme, Mariana e Robson agora são Empreendedores e Empreendedoras Endeavor e podem contar com toda a nossa rede global para continuar dando passos largos para colocar o seu propósito em potência máxima e realizar a missão de aumentar a empregabilidade no país. 

São empreendedores e empreendedoras como eles e elas que entendem sua responsabilidade e empreendem para melhorar o país em que vivem e construir um futuro melhor para todos. 

Empreender, pra mim, é crescer. É ser obrigado a olhar o que você mais e menos gosta sobre si mesmo.  Empreender me ensinou ser quem eu sou e me sentir confortável comigo mesmo. Dificilmente eu aprenderia tanto sobre mim se não fosse empreendendo.” — Guilherme Dias

“Empreender é uma jornada longa, dura e que exige constante reinvenção e um alto poder de execução. Com tantos desafios, são as pessoas que impactamos e que estão ao nosso lado que tornam essa jornada realmente realizadora.” — Mariana Dias

Empreender é estar constantemente fora da zona de conforto.” — Bruna Guimarães

Empreender é se apaixonar por uma causa e mergulhar de cabeça na jornada, mesmo quando todas as estatísticas estão contra você.” — Robson Ventura