Exemplo: a força que impulsiona a diversidade nas scale-ups brasileiras

Aqui na Endeavor, nós acreditamos que as scale-ups são a saída para acelerar o crescimento do país. Elas contribuem para elevar a produtividade e a competitividade brasileira, além de atrair capital, talentos, inovação e gerar empregos.

O impacto dessas empresas é tão grande que afeta todos os stakeholders — dos fornecedores aos funcionários –, criando um círculo de geração de valor muito rico para o ecossistema e a comunidade local. 

No entanto, ainda falta uma peça importante para a transformação ser realmente efetiva: a baixíssima diversidade entre fundadores e lideranças das scale-ups, sendo um desses gaps a representatividade de gênero. 

As empresas mais diversas promovem um grande impacto social e econômico. Contudo, as empresas brasileiras, no geral, incluindo as scale-ups, têm um longo caminho para, de fato, serem consideradas diversas e inclusivas. Enquanto as mulheres representam 51% da população, apenas 2% participam dos times de fundadores das 100 maiores startups, segundo a McKinsey. Elas compõem apenas 6% dos times executivos e 8% de assentos em Conselhos, segundo a Deloitte. 

Empresas com diversidade de gênero em equipes executivas têm 25% mais probabilidade de ter lucratividade acima da média, segundo levantamento da McKinsey. Além disso, quando o número de mulheres fundadoras de startups cresce, aumentam, também, as oportunidades de sucesso para outras mulheres na empresa. Estima-se que empresas com mulheres fundadoras empregam 2,5 vezes mais mulheres, de acordo com a Kauffman Fellows.

Esses números atestam como a falta de representatividade se manifesta na prática. Além de não encontrarem semelhantes no topo, as mulheres também enfrentam desafios que os homens, muitas vezes, desconhecem. Soma-se a isso os desafios para acessar capital, fazer networking e ganhar confiança dos stakeholders que viabilizam o crescimento acelerado.

A partir desse cenário e com os desafios claros, somos capazes de unir forças do ecossistema inteiro — organizações de fomento, aceleradoras, mentores, investidores, governos e universidades — para, enfim, construirmos um ecossistema mais diverso e inclusivo. 

E, assim, multiplicarmos o número de empreendedoras de impacto no Brasil liderando as scale-ups que mais crescem no país e no mundo. 


Confira o Report Female Founders, da Distrito

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